Eu posso não ser um homem inteligente
Mas eu sei o que é o amor.
E, mais do que ninguém,
Mas, ao mesmo tempo,
Como qualquer um de nós
Ele sabia.
Ele soube ser um protetor para ela,
quando a percebeu em perigo.
Um porto seguro quando ela precisou descansar.
Ele a deixou dormir, pelo tempo que ela precisou.
Deu-lhe flores, e falou para ela sobre a vida e o tempo, do seu jeito simples,
e sobre como ela esteve sempre com ele, mesmo quando não estava.
Por não ser um homem inteligente, não se valeu da razão.
Ele a amou com toda a emoção, com toda sua história, com alma.
Que aliás, penso ser o único jeito,
de se amar verdadeiramente alguém.
Vladir Fernandes (@sublimidade.poesia)