Sucesso
Sentindo as formas do ar em volta
a boca cheia de flores
trago mercúrio em concha
nas mãos lentas
um espelho que se recusa
-
Move-me este querer
de não ser mais que as partes
de ser crua
-
tem de haver taça
tem de haver poço
tem…
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Deixo as pálpebras quentes filtrarem o céu
as nuvens confundirem-se
em manchas de luz
-
Relembra-me que o sol só se vê por subterfúgio
que também eu sou feita de miragens
não há fins, há paragens
-
Onde estava o mercúrio - água
olha-me agora de volta em reflexo
-
Deixo-a escorrer pelos braços
os pés calcar a relva molhada
-
passo os dedos pelos cabelos
e sigo correndo
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