Trecho retirado do livro: Quando o poeta morre
Estou em algum lugar no agora movido nas asas que eram cinzas dentro do meu crânio (brasas) Com o carvão purifico o rio, mas ninguém ousaria beber de sua água escura com medo de se encontrar no reflexo das águas antes que os lábios pudessem matar sua sede, o medo de se intoxicar está em ambas as ações, bastaria um passo para ser envenenado ou não
Fernando Oliveira em Quando o poeta morre
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