O ódio que de mim sentias
E sequer me conhecias
Mas de nossas feridas
Nasceram empatias
Afinal, a nós cabia
Lidar com o luxo e a ira
De nações ressentidas
Teu ventre, o limite
O meu, expansão
Expansão que deu errado
E se tornou prisão
De cabeça cortada
E visão enevoada
Ainda lembrava do dia
O único dia em que vi
Por malgrado
A tua face
E em meio a falsas promessas
Eu já sabia
Que o fim viria
Só não esperava
Que de fria desgraça
Corresse uma lágrima
Em tua face
Que só o céu veria
Carollina Costa (@cbcarollina)
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